Sling – Se eu consegui, qualquer uma consegue!!!

sling-capaQuem me acompanha no instagram (https://www.instagram.com/encontrodemamaes/), sabe que o nascimento da Marina me transformou em uma super slingueira.

Mas nem sempre foi assim rs.

Para quem não sabe, sling é todo carregador de bebê, não estruturado, que permite formar uma espécie de saco ou rede, onde se carrega o bebê próximo ao corpo em várias posições. (uma versão moderna dos antigos carregadores utilizados há séculos por diversas culturas, como a indígena, africana e asiática).

Confesso que sempre olhava na internet as mães slingando, morria de vontade, mas do jeito que eu sou estabalhoada e sem jeito, nem cogitava a hipótese de ter um treco desses (sim, eu achava que isso era um treco que ia ficar ocupando espaço no meu armário).

Mas eu sempre ficava babando. Achava a coisa mais linda deixar o bebê penduradinho na mãe o dia inteiro. Mas seguia com meu pensamento de que ia me enrolar toda com aquele enorme pedaço de pano e que em vez de me ajudar eu ia ficar mega stressada, demorando metade do meu dia para colocar aquilo e que isso só servia para aquelas mães que tem o dom para trabalhos manuais (eu mal consigo dobrar a manga da minha camisa direito).

Comecei a pesquisar e comecei a achar, além de tudo, estiloso.

O tempo foi passando e dois dias antes da Marina na nascer, me enchi de coragem e comprei um baratinho, só para ver se eu me adaptava.

Nesses dois dias vi alguns vídeos do youtube. Alguns muitos rs.

Quando ela estava com 1 semana, o sling chegou. Fiquei ali olhando ele durante dias.

Mas não tinha coragem de usar. Achei que ia acabar dando um nó em nós duas e quebrar todos os ossinhos do corpo da Marina.

Na terceira semana de vida da Marina, ela ficava muito irritada (depois descobri que ela tinha refluxo), só chorava e não dormia nada a tarde. Eu estava enlouquecendo e morrendo de peninha dela.

O sling estava ali paradinho me olhando…eu olhando pra ele…escolhi um vídeo do youtube…fui fazendo igual a pessoa e consegui então fazer a amarração.

Depois fomos para o mais difícil…colocar a Marina dentro dele.

Ela chorou um pouquinho me enrolei na primeira vez…me enrolei na segunda…mas na terceira já estava mais fácil. Ela resmungou eu dei uma balançadinha e como num passe de mágica ela ficou quietinha e adormeceu.

Eu? Fiquei radiante. A dor dela passou, eu tive um pouquinho de paz e consegui fazer as minhas coisas.

Fiquei tão eufórica que comecei a mandar fotos compulsivamente para a família e amigos. Tipo assim: EU CONSEGUI. Me superei….fiz tudo sozinha e consegui.

Segue foto dos primeiros dias dela no sling…

sling-1 sling-2

O tempo passou, e comecei a ver aquilo como rotina e os benefícios que aquilo trazia para nós era nítido. Comecei a ficar mega empolgada e comprei outro. Com uma estampa linda e onde quer que eu ia, ia de sling.

Quando Marina fez 3 meses, fizemos uma viagem pela Europa com nossa filha mais velha. E quem foi nossa salvaçao? Isso mesmo, ele…o sling.

Enquanto a minha preguiçosinha mais velha não saía do carrinho, a mais nova ficava horas. Sério meninas…horas mesmo…andávamos a pé, pegava ônibus, trem e ela ficava lá paradinha.

Portanto, acreditem!!!

Pessoais normais, (ou anormais, tipo eu que mal conseguem amarrar um tênis rs), conseguem SIM slingar por aí sem medo nenhum. E não tem coisa melhor.

Curtiu?! Compartilhe e ajude outras mamães que não tem coragem a slingar também.

sling6

DCIM100GOPRO

sling-5

 

Deixe um comentário